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Quando falamos em cadeia de suprimentos, estamos nos referindo a um conjunto de empresas interligadas, responsáveis por levar um produto desde a matéria-prima até o consumidor final. 

É um ecossistema complexo que envolve extração, produção, transporte, distribuição e venda. 

Nesse processo, qualquer falha em um elo pode comprometer todo o resultado, mostrando que não basta uma empresa ser eficiente sozinha: é preciso que toda a cadeia funcione em sintonia.

No episódio 160 do Talkenização, a engenheira de produção e consultora Bárbara Elis explicou como a blockchain pode mudar esse cenário, trazendo rastreabilidade, transparência e eficiência para as cadeias de suprimentos.

Como a blockchain pode revolucionar a gestão de supply chain?

Dois dos maiores desafios no supply chain são a falta de visibilidade e a falta de transparência

Muitas vezes, empresas não conseguem enxergar o que acontece em outros elos da cadeia ou não compartilham informações de forma eficiente. Isso gera atrasos, retrabalhos e até perdas financeiras.

A blockchain resolve esse problema ao registrar informações de forma imutável, acessível e auditável. Cada dado inserido pode ser verificado em tempo real por todos os participantes da cadeia, reduzindo ruídos e evitando conflitos. 

Além disso, a tecnologia ajuda a superar a morosidade na conciliação de informações, já que os smart contracts automatizam regras de negócio e pagamentos, tornando processos mais rápidos e seguros.

Casos de uso da blockchain em supply chain que geraram resultados reais

Bárbara trouxe exemplos que demonstram o impacto prático da blockchain. 

Um deles foi o caso da Microsoft com o Xbox, onde o tempo para conciliar direitos e royalties caiu de 45 dias para apenas 4 minutos, um ganho de eficiência de 99,4%.

Outro exemplo é a RecFi, plataforma da Eletrobras/Furnas para emissão de certificados de energia renovável. 

Nesse caso, a tokenização das informações sobre uso de energia limpa transformou registros em ativos digitais com valor de mercado, úteis até para comprovação regulatória.

Esses casos mostram como a blockchain não é apenas uma promessa, mas uma solução concreta para empresas que precisam lidar com auditorias, certificações e rastreabilidade.

Desafios para a adoção da blockchain no supply chain

Apesar do potencial, a adoção em larga escala ainda enfrenta barreiras. Segundo Bárbara, os principais entraves são:

  • Desconhecimento do potencial estratégico da blockchain, muitas vezes confundida com criptomoedas.
  • Interoperabilidade, ou seja, a dificuldade de integração entre diferentes blockchains ou com sistemas já existentes.
  • Maturidade digital, já que é preciso garantir que os dados inseridos sejam íntegros e confiáveis.

Para pequenas empresas, o custo pode parecer um obstáculo, mas tende a ser compensado pelos ganhos de eficiência e diluído entre os participantes da cadeia. 

Plataformas semiprontas, oferecidas como software as a service, já permitem que empresas de diferentes portes experimentem a tecnologia com investimentos mais acessíveis.

Como blockchain, IoT e inteligência artificial vão transformar a logística?

O potencial da blockchain cresce ainda mais quando combinada com outras inovações. 

Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial, automação e computação em nuvem podem transformar por completo os processos logísticos.

Um exemplo citado foi o de usinas de açúcar: sensores coletam dados sobre origem e qualidade da cana, consumo de combustível e conformidade ambiental. 

Esses dados são armazenados em blockchain, analisados por inteligência artificial e integrados na nuvem, resultando em certificados digitais de origem confiáveis para exportação. 

Essa convergência tecnológica pode criar cadeias mais eficientes, sustentáveis e competitivas.

Como implementar blockchain na cadeia de suprimentos da sua empresa?

Para empresas interessadas em iniciar essa jornada, Bárbara recomenda alguns passos práticos:

  1. Identificar problemas reais da operação que possam ser resolvidos com rastreabilidade, registros imutáveis ou conciliação automatizada.
  2. Avaliar a maturidade digital da própria empresa e de seus parceiros.
  3. Pesquisar casos de uso semelhantes no setor.
  4. Testar em pequena escala, por meio de projetos-piloto (POCs).
  5. Buscar apoio de especialistas, que podem ajudar a alinhar expectativas e explorar usos estratégicos da informação.

Blockchain no supply chain: informação como ativo de valor

Um dos pontos mais marcantes do episódio foi a ideia de que a blockchain dá poder à informação. Dados antes vistos apenas como registros internos podem se transformar em ativos digitais com valor de mercado, abrindo espaço para novos modelos de negócio.

Ao trazer transparência, eficiência e inovação, a blockchain mostra que não apenas rima com supply chain, mas pode ser a chave para um futuro logístico mais confiável e inteligente.

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